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Cirurgia Colorretal (Intestino)

Tumores do Intestino Delgado

Apesar de o intestino ser a maior porção do trato gastrointestinal, os tumores de intestino delgado representam apenas 2% de todos os adenocarcinomas que acometem a região. Os sintomas mais comuns desta patologia costumam incluir dor abdominal, perda de peso e fadiga, sendo também bastante comum a presença de dor no estômago logo após as refeições. Nos casos mais graves, quando há hemorragia intestinal, o paciente pode apresentar anemia e fezes escurecidas.

Dr. Sergio Bertolace explica que conhecer o estadiamento do câncer é de extrema importância para traçar o plano terapêutico. Em geral, a cirurgia é o principal tratamento para o câncer de intestino delgado, sendo que o tipo de procedimento mais indicado dependerá dos órgãos afetados, do tipo de tumor e das condições clínicas do paciente.

Considerando as particularidades de cada caso, uma das opções é a ressecção de apenas uma parte do intestino, de modo a remover todo o tumor nos casos em que este é localizado, sem que tenha se espalhado para outras regiões. Em casos mais avançados, normalmente é realizada a Cirurgia de Whippel para remover o duodeno, parte do pâncreas e do estômago, bem como linfonodos, vesícula e ducto biliar. Por fim, quando não há possibilidade de remover todo o tumor, a cirurgia paliativa pode ser indicada em alguns casos para promover uma melhor qualidade de vida ao paciente, reduzindo os sintomas da doença e proporcionando-lhe maior conforto.

Tumores do Intestino Grosso

O câncer de cólon é o tipo de tumor que acomete um segmento do intestino grosso, e é um dos tumores de maior incidência na atualidade. Na maioria dos casos, os tumores de cólon iniciam-se a partir de pólipos benignos, que apresentam crescimento muito lento, sendo transformados em lesões malignas com o passar do tempo.

Dr. Sergio Bertolace - Procedimentos - Tumores do Intestino GrossoEste tipo de tumor apresenta causas de origem multifatorial, passando por questões genéticas, ambientais e alimentares. Entre os fatores de risco para o desenvolvimento do tumor de cólon pode-se destacar obesidade, diabetes mellitus, tabagismo, histórico familiar e presença de pólipos anteriores. Em geral, os sintomas só aparecem nas fases mais avançadas da doença, dificultando o diagnóstico precoce. As queixas mais recorrentes são perda de peso, sangue nas fezes, alterações do ritmo intestinal e dor abdominal.

O tratamento normalmente é realizado através de cirurgia para a ressecção de todo o tumor juntamente com parte do intestino grosso que pode estar comprometida. O tipo de cirurgia bem como a associação de outras terapias dependerá da extensão e da localização da lesão, do estágio da doença, bem como das particularidades de cada paciente, sempre considerando seu estado geral, idade e possíveis comorbidades associadas.

Tumores do Reto

O reto é a porção final do intestino grosso, que conecta o cólon ao ânus. Tanto o câncer de cólon como o de reto apresentam processos de surgimento e desenvolvimento semelhantes, apresentando também sintomas similares. Ambos os tumores desenvolvem-se lentamente a partir de pólipos benignos, tornando-se malignos com o passar do tempo. O diagnóstico precoce pode ser dificultado pela apresentação assintomática da doença das fases iniciais. Em geral, tumores de reto podem ser identificados precocemente por meio de exames proctológicos e da colonoscopia. Quando a doença torna-se sintomática, as principais queixas incluem sangramento anal ou sangue nas fezes, sensação de evacuação incompleta, dificuldade para evacuar, além de perda de peso e fadiga.

Dr. Sergio Bertolace - Procedimentos - Tumores do RetoNa maioria dos casos, o tratamento do tumor retal é realizado de forma cirúrgica, com a remoção do tumor, de possíveis linfonodos afetados e demais tecidos que apresentarem comprometimento. O tipo de procedimento escolhido dependerá da extensão da lesão, da presença ou não de metástases, além do estágio da doença e das características de cada paciente.

Dr. Sergio Bertolace salienta que a complexidade de cada caso depende de uma série de fatores, sendo que a melhor opção terapêutica deve ser avaliada levando em consideração o melhor desfecho possível para cada paciente individualmente.

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